sábado, 12 de julho de 2014



O Modelo dos Modelos
O texto mostra que não existe um modelo pronto e acabado, que todo ser humano tem sua forma de aprender e se desenvolver.
Trazendo para a educação Especial é importante perceber que temos que ter flexibilidade na elaboração e execução do plano de AEE, pois cada aluno tem seu ritmo, suas potencialidades e habilidades que devem ser respeitada.  O texto também fez refletirmos sobre nossa prática pedagógica enquanto professor do AEE para que possamos perceber nos nossos alunos suas potencialidades e não enxergar somente sua deficiência.
De acordo com o senhor Palomar as regras precisavam ser perfeitas, lógico e geométrico possível, mas ele percebeu que para cada pessoa ele precisava encontrar e adaptar melhor à realidade, e aos poucos foi modificando suas regras, modelo de perfeição.

domingo, 8 de junho de 2014

sábado, 7 de junho de 2014



Prancha de comunicação
Publico alvo: crianças com TGD.
As pranchas de comunicação podem ser construídas com símbolos, letras, silabas, palavras, frases ou números.

Descrição da imagem: A ilustração apresenta uma prancha de comunicação com símbolos representativos da escolha de um lanche, confeccionada de forma personalizada, com sistema de símbolos PCS, e com vocabulário de acordo com as preferências do aluno. Apontando estes símbolos o aluno pode pedir ajuda, agradecer e escolher o que pretende comer ou beber.

Calendário Semanal Ilustrativo

O calendário semanal ilustrativo pode ser confeccionado em sala de recursos como uma estratégia para identificação e ordenamento dos dias da semana. As fichas contém figuras que simbolizam as atividades diárias de cada dia. Por exemplo: na segunda-feira há os desenhos de uma janela aberta para o sol (amanhecer do dia); a figura de uma escola, já que é dia de ir à escola; e figuras de brinquedos e jogos que simbolizam a sala de recursos. Esta última não existe, por exemplo, na terça-feira, uma vez que, no caso específico, não seria o dia desse aluno frequentar o espaço da SRM. Já no sábado, não existe a figura da escola, mas de brinquedos ou desenhos que simbolizam passeios.
Enfatiza-se, com esta atividade, a orientação temporal, a sequência lógica, a relação letra/palavra/som.

  
 http://aee2013ludovicense.blogspot.com.br/



sábado, 26 de abril de 2014




Denomina-se surdocego aquele que possui dificuldades visuais e auditivas, independente da sua quantidade. A surdocegueira é uma deficiência única que requer uma abordagem específica para favorecer a pessoa com surdocegueira e um sistema para dar este suporte. Segundo Mctnnes a surdocegueira pode ser congênita ou adquirida e se divide em 04 categorias.
1-   Indivíduos que eram cegos e se tornaram surdos.
2-   Indivíduos que eram surdos e se tornaram cegos;
3-   Indivíduos que se tornaram surdocegos.
4-   Indivíduos que nasceram ou adquiriram surdocegueira precocemente;
A surdocegueira é uma deficiência única e especial que requer métodos de comunicação especiais para viver com as funções da vida cotidiana.
Pessoas com deficiência múltiplas são aquelas que têm mais de uma deficiência associada. É uma condição heterogenia que identifica diferentes grupos de pessoas, revelando associações diversas de deficiências que afetam, mais ou menos intensamente, o funcionamento individual e o relacionamento social. (MEC/SEESP,2002).
As características específicas apresentadas pelas pessoas com deficiência múltipla são comprometimento acentuados cognitivo, motor, sensorial (visão e audição) que requer bastante interação com o meio e apoio permanente.
A comunicação é um processo interpessoal por meio do qual estabelecem vínculos com os outros, esta relação possibilita uma comunicação com uso de objetos com movimentos do corpo para desenvolver o código linguístico.
A comunicação não só acontece no âmbito verbal, mas transcende o não verbal.
Referência Bibliográfica
BOSCO, Ismênia C.M.G; MESQUITA, Sandra R.S.H; MAIA, Shirley R. Coletânea UFC-MEC/2010: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar – Fascículo 05: Surdocegueira e Deficiência Múltipla.

SERPA, Ximena. Instituto Nacional para Cegos. Bogotá. Colômbia, 2002. Comunicação para Pessoas com Surdocegueira.
  

domingo, 16 de março de 2014

Educação Escolar de Pessoas Com Surdez



Educação Escolar de Pessoas com Surdez

     Aproximadamente há dois séculos que há um embate político epistemológico entre os oralistas e os gestualistas nas discussões e ações desenvolvidas relacionadas às pessoas com surdez, responsabilizando o sucesso ou o fracasso escolar à prática pedagógica.
     Enquanto as discussões ficam centradas na aceitação de uma língua ou outra, o aluno com surdez fica prejudicado, sem possibilidade de se desenvolver potencialmente ficando secundarizadas no meio social.
     Na nova Política de Educação Especial numa perspectiva inclusiva, vêem o aluno com surdez não como um deficiente, pois ele não é, possui uma perda sensorial auditiva que limita- o biologicamente na função perceptiva, mas isso não quer dizer que o aluno com surdez não tem potencialidade de se desenvolver e se tornar um ser de consciência, pensamento e linguagem.
     Os processos perceptivos, linguísticos e cognitivos das pessoas com surdez poderão ser estimulados e desenvolvidos, tornando-os capazes de se construir de várias linguagens, ler, escrever e ampliar seus conhecimentos nos processos visuais gestuais.
     A abordagem bilíngue se torna obrigatória dos dispositivos legais do Decreto 5.626 de 5 de dezembro de 2005 que determina o direito de uma educação que garanta a formação de uma pessoa com surdez em libras e Língua Portuguesa de modo que as duas línguas dependendo da situação em que se encontra.
     O fracasso do processo educativo da pessoa com surdez está relacionado também nas práticas pedagógicas e não somente na diferença social ou na linguagem.
O AEE PS, na perspectiva inclusiva, reconhece e compreende o aluno como um ser que tem potencial e capacidade de se desenvolver na aprendizagem, sendo respeitado e tendo o direito a uma educação bilíngue.
O AEE em libras ocorre diariamente no contra turno, o professor acompanha o conteúdo curricular da escola e a organização didática do espaço de ensino rico com gravuras, pois o conceito do aluno é muito abstrato.
Atendimento Educacional Especializado para o ensino da Língua Portuguesa Escrita, permite que o aluno com surdez se apropriem das produções textuais e linguísticas, tornando-as competentes e dando-lhes oportunidades de interagir nas práticas da língua oficial, conhecendo vários gêneros textuais.
O atendimento Educacional Especializado para o ensino de libras, esse atendimento constitui de um momento didático – pedagógico onde o professor faz um diagnóstico e partir dos resultados obtidos o atendimento é planejado de acordo com o que o aluno tem a respeito da língua de sinais. O profissional que ministra essas aulas deve ser qualificado preferencialmente com surdez para que não ocorra o bimodalismo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DAMÁZIO, M. F. M, FERREIRA, J. Educação Escolar de Pessoas com Surdez.
Atendimento Educacional Especializado em Construção.
Revista Inclusão: Brasília: MEC, v.5, 2010.p. 46-57.